O Grupo ATTO – Adriana Sementes recebeu dirigentes de Cooperativas do RS no início do mês de julho. A comitiva foi convidada a conhecer melhor a empresa com sede em Rondonópolis no MT, juntos estiveram representantes e distribuidores do estado.

A primeira etapa da visita foi conhecer a sede administrativa onde foram recebidos pelo presidente do Grupo ATTO – Adriana Sementes Odílio Balbinotti Filho. A empresa está alicerçada em vários pilares, sendo a ética, transparência e honestidade os que regem toda a administração e gerência dos processos. A inovação, tecnologia, otimização de recursos e a busca por melhores resultados são metas dentro da empresa, tendo este conjunto um único foco, entregar a seus clientes a melhor semente possível.

Odílio foi enfático ao afirmar que o Brasil pode ser muito maior, para isto é preciso resgatar valores que foram sendo perdidos na história recente, valores estes que nunca deixaram de ser aplicados dentro da empresa.

Segundo Odílio Balbinotti Filho o seu pai tinha um dizer “O importante não é enxergar na reta, mas sim o que está atrás da curva” e baseado nisto está conduzindo a empresa para a era do Agro 4.0, com projetos audaciosos onde todos produtores poderão ser beneficiados com softwares que auxiliarão a tomada de decisões mais assertivas.

O Engenheiro Agrônomo José Matielo, Diretor Comercial das Regiões Sul e Sudeste da ATTO, enfatizou a importância da visita do grupo de dirigentes “nosso objetivo foi mostrar para as cooperativas todo o trabalho que conduzimos, especialmente na cultura do milheto, para eles conhecerem a nossa empresa e também para promover uma aproximação, formando parcerias cada vez mais fortes”.

Maíra Martins, responsável pelos laboratórios de análises e qualidade abordou o tema “Análise e Reanálise de Sementes” dentro dos laboratórios a ATTO – Adriana Sementes. A empresa possui um dos melhores laboratórios da América Latina. Uma questão que sempre vem à tona é a reanálise de sementes. Integrantes da comitiva questionaram: A semente reanalisada é de pior qualidade que uma semente nova? A resposta da Maíra foi enfática: “Independente de semente nova ou reanalisada a qualidade com relação a sanidade, vigor e germinação devem estar dentro dos padrões da empresa, caso contrário ela não será liberada para comercialização. Cada ano é um novo processo de produção que tem interferência direta com o meio ambiente, isto não garante por si só que a semente nova seja melhor do que a semente reanalisada, então o que define qualidade de semente é a certificação no processo de reanálise em laboratório.” A equipe de dirigentes pode acompanhar os processos realizados dentro do laboratório e constataram na prática todos os processos apresentados pela responsável das análises.

Em Alta do Garça os visitantes puderam conhecer o processo agroindustrial da ATTO – Adriana Sementes, um investimento planejado e executado pensando em entregar a melhor semente possível ao agricultor, seja ele de soja, milheto, crotalaria ou brachiaria. Gigantescas câmeras frias armazenam a semente para que que esta chegue ao campo com o maior vigor possível e resulte em maior produtividade no campo. Durante esta visita foi possível acompanhar o ensaque de sementes de milheto ADR 500 – Super Massa, um sistema robotizado que agiliza e garante padronização no processo. Azevéns diplóide e tetraplóides também compõe a linha de sementes da ATTO - Adriana Sementes, sendo estes produzidos no Uruguai.

A última etapa da visita foi em Campo Grande no MS, na sede do Centro de Pesquisa Bonamigo ATTO Melhoramentos. Luis Bonamigo coordena uma equipe formada por profissionais de diversas áreas que buscam incessantemente o desenvolvimento de produtos com maior potencial produtivo em milhetos e crotalarias, sejam eles para produção de grãos, forragens ou cobertura de solos.

Segundo Bonamigo, considerado uma das maiores autoridades em milhetos no Brasil, são cultivados 26 milhões de há de milheto no mundo, sendo uma cultura de extrema importância econômica. Na África, de onde é originário o milheto, há registros de plantios a mais de 5.000 anos. Como é uma cultura que suporta muitas adversidades de clima e solo, é muito utilizado naquele continente para produção de alimento à população local.

No Brasil há registros de introdução do milheto em 1929, vindo a ser estudado a partir da década de 70. A Bonamigo Melhoramentos empresa pioneira no desenvolvimento de novas cultivares e que em 2002 passaria a fazer parte do Grupo ATTO – Adriana Sementes, lançou sua primeira cultivar em 1986 e se chamava BN 1. Em 2003 então inicia-se a nova era na produção de sementes melhoradas, são lançados o ADR 300 para cobertura de solo e o ADR 500 – Super Massa para produção de pastagens com alta qualidade. Em 2014 vem o grande salto em termos de milhetos, é lançado o ADR 6010f – Valente, um híbrido de milheto destinado a produção de pastagens que conseguiu aliar grande quantidade de matéria seca produzida por há com alto valor nutricional e ciclo alongado. O Valente como é conhecido revolucionou o sistema de produção de leite à pasto, pois produtores que utilizam este híbrido passaram a reduzir a quantidade de Proteína Bruta no concentrado, reduzindo assim significativamente o custo por kg ofertado, resultando em maior rentabilidade a atividade leiteira.

No centro de pesquisa os visitantes puderam acompanhar o trabalho incansável dos profissionais para buscar materiais que além de entregar o melhor resultado possível em termos de produção, também consigam auxiliar o agricultor brasileiro a diminuir seus problemas com nematoides. Este é um problema que deve ser encarado com muito profissionalismo, pois há no mercado materiais que não possuem fator negativo para população de nematoides, sendo eles hospedeiros e multiplicadores dos mesmos, gerando grandes perdas na produtividade de culturas subsequentes. Sempre que for pensado em nematoide é preciso trabalhar com materiais que reduzem população, como é o caso de todos materiais da ATTO – Adriana Sementes.

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